terça-feira, 2 de outubro de 2012

tail - Visualiza log em tempo real.

O Comando tail

O comando tail pode ser utilizado para examinar as últimas linhas de um arquivo.
O comando:

$ tail /etc/passwd

Irá exibir as dez íltimas linhas do /etc/passwd.


E possível também especificar as o número de linhas a serem exibidas, ao invés das dez linhas que o comando adota como padrão:

$ tail -n 20 /etc/passwd

Uma diretiva muito útil é "-f", que permite a visualização dinãmica de um arquivo, ou seja, as linhas são exibidas na tela na medida em quesão geradas.


Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/dica/O-omando-tail/



TAIL(1)                          User Commands                         TAIL(1)



NAME
       tail - output the last part of files

SYNOPSIS
       tail [OPTION]... [FILE]...

DESCRIPTION
       Print  the  last  10  lines of each FILE to standard output.  With more
       than one FILE, precede each with a header giving the file  name.   With
       no FILE, or when FILE is -, read standard input.

       Mandatory  arguments  to  long  options are mandatory for short options
       too.

       -c, --bytes=K
              output the last K bytes; alternatively,  use  -c  +K  to  output
              bytes starting with the Kth of each file

       -f, --follow[={name|descriptor}]
              output appended data as the file grows; -f, --follow, and --fol‐
              low=descriptor are equivalent

       -F     same as --follow=name --retry

       -n, --lines=K
              output the last K lines, instead of the last 10; or use -n +K to
              output lines starting with the Kth

       --max-unchanged-stats=N
              with  --follow=name,  reopen  a  FILE which has not changed size
              after N (default 5) iterations to see if it has been unlinked or
              renamed (this is the usual case of rotated log files)

       --pid=PID
              with -f, terminate after process ID, PID dies

       -q, --quiet, --silent
              never output headers giving file names

       --retry
              keep trying to open a file even when it is or becomes inaccessi‐
              ble; useful when following by name, i.e., with --follow=name

       -s, --sleep-interval=N
              with -f, sleep for approximately N seconds (default 1.0) between
              iterations

       -v, --verbose
              always output headers giving file names

       --help display this help and exit

       --version
              output version information and exit

       If  the  first  character of K (the number of bytes or lines) is a `+',
       print beginning with the Kth item from the start of each  file,  other‐
       wise, print the last K items in the file.  K may have a multiplier suf‐
       fix:  b  512,  kB  1000,  K  1024,  MB  1000*1000,  M   1024*1024,   GB
       1000*1000*1000, G 1024*1024*1024, and so on for T, P, E, Z, Y.

       With  --follow  (-f),  tail  defaults to following the file descriptor,
       which means that even if a tail'ed file is renamed, tail will  continue
       to  track  its  end.   This  default behavior is not desirable when you
       really want to track the actual name of the file, not the file descrip‐
       tor (e.g., log rotation).  Use --follow=name in that case.  That causes
       tail to track the named file  in  a  way  that  accommodates  renaming,
       removal and creation.

AUTHOR
       Written  by Paul Rubin, David MacKenzie, Ian Lance Taylor, and Jim Mey‐
       ering.

REPORTING BUGS
       Report tail bugs to bug-coreutils@gnu.org
       GNU coreutils home page: <http://www.gnu.org/software/coreutils/>
       General help using GNU software: <http://www.gnu.org/gethelp/>
       Report tail translation bugs to <http://translationproject.org/team/>

COPYRIGHT
       Copyright © 2010 Free Software Foundation, Inc.   License  GPLv3+:  GNU
       GPL version 3 or later <http://gnu.org/licenses/gpl.html>.
       This  is  free  software:  you  are free to change and redistribute it.
       There is NO WARRANTY, to the extent permitted by law.

SEE ALSO
       The full documentation for tail is maintained as a Texinfo manual.   If
       the  info  and  tail  programs are properly installed at your site, the
       command

              info coreutils 'tail invocation'

       should give you access to the complete manual.



GNU coreutils 8.5                 April 2010                           TAIL(1)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

IPtables



Exibindo Regras
iptables -L
   -L, --list [chain]
   -L, --lisa [cadeia]
              List  all rules in the selected chain.  If no chain is selected,
              Listar todas as regras na cadeia selecionada. Se nenhuma cadeia é selecionada.
              all chains are listed. Like every  other  iptables  command,  it
              todas as cadeias são listadas. Como cada comando iptables, outro
              applies  to  the specified table (filter is the default), so NAT
              aplica-se a tabela especificada (filtro é padrão), para NAT
              rules get listed by
              regras são listadas por            
               iptables -t nat -n -L
     iptables -t nat -n -L
              Please note that it is often used with the -n option,  in  order
              Por favor, note que é geralmente usado com a opção -n, a fim 
              to  avoid  long reverse DNS lookups.  It is legal to specify the
              para evitar longas consultas de DNS reverso. E legal para especificar a
              -Z (zero) option as well, in which case  the  chain(s)  will  be
             opção -Z (zero), bem como, caso em que a cadeia (s) será
              atomically  listed  and zeroed.  The exact output is affected by
              atomicamente listados e zerados. A saída exata é afetada por
              the other arguments given. The exact rules are suppressed  until
              os outros argumentos dados. A regras são suprimidas até
              you use
              voce usa  iptables -L -v

Libera uma porta
iptables -A FORWARD -p tcp --dport porta -j ACCEPT


http://eriberto.pro.br/iptables/3.html
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Desvendando-as-regras-de-Firewall-Linux-Iptables/?pagina=2
http://www.pedropereira.net/como-usar-o-tcpdump/

Arquivos e Pastas - Comandos Básicos

Comandos Básicos Para iniciantes




[root@localhost /root]# 
Você sabe o que significa isso aí em cima? O Linux usa uma estrutura diferente de organização em seu sistema de arquivos*. Por isso, em vez da sua pasta ser c:arquivospastaarquivo.txt, simplesmente no Linux, pode ser /home/pasta/arquivo.txt. Para você entender melhor, vamos analisar o prompt do Linux: 

[root@localhost /root]# 

usuário - diretório / local (PC ou rede) - modo usuário 

Usuário: No Linux, cada pessoa precisa ter uma conta de usuário. Uma conta de usuário indica um nome e senha que devem ser utilizados para se conectar no sistema. Se o nome escolhido por você for, por exemplo, Fulano, em vez de root aparecerá fulano no lugar. 

Usuário "root" (ou super-usuário): é quem tem acesso irrestrito ao sistema. Quando você se conecta como usuário root, você poderá fazer qualquer operação no Linux, como alterações de configuração do sistema, apagar ou modificar arquivos importantes, etc. Por isso, se conectar como root é muito arriscado, já que você pode causar algum dano sem querer. Tendo isso em mente, nunca se conecte como root a não ser que seja mesmo necessário. Para usar o Linux no dia-a-dia, conecte-se com uma conta de usuário comum, assim não haverá risco de danos. Também não se esqueça de guardar muito bem a senha do root, pois se alguém descobrir, poderá destruir o sistema. 

localhost /root : é o local (diretório) onde você está no momento (/root é padrão e equivale a C: no DOS). 

Modo usuário: indica quem está usando a máquina, se um usuário comum ou o super-usuário. Veja: 

# - modo super-usuário
$ - modo usuário
 

* Sistema de arquivos é um local onde os arquivos é diretórios são guardados. Consiste em uma área formatada em um dispositivo como um HD. Exemplos de sistema de arquivo: ext2/ext3 (Linux), FAT (DOS/Windows), NTFS (Windows NT/2000/XP), etc. 

Linha de comando


Antes de vermos os comandos em si, é necessário saber o que é Linha de Comando. Trata-se de um modo de trabalho com caracteres, onde você digita o comando e o executa pressionando "Enter" no teclado. Mas você também pode usar uma linha de comando em um ambiente gráfico. Se você usar o KDE por exemplo, pode procurar o aplicativo KDE Terminal para abrir uma janela com linha de comando. Mas isso vária de acordo com a versão do seu Linux. Mesmo assim não se preocupe, pois a linha de comando é muito fácil de se achar. 

Os comandos básicos





Vejamos agora os comandos básicos do Linux, seguidos de uma breve explicação:
  • (qualquer comando) --help: mostra o HELP (arquivo de ajuda) do comando que você digitou;
  • ls: lista os arquivos e diretórios da pasta (DIR no DOS);
  • clear: limpa a tela (CLS no DOS);
  • cd ___: entra em um diretório (igual ao DOS);
  • cd: vai direto para o diretório raiz do usuário conectado;
  • : abre uma linha de comando "livre" , onde você pode digitar um comando extenso (digite q e clique em enter para sair);
  • pwd: mostra o diretório inteiro que você está;
  • cat: igual ao TYPE no DOS;
  • df: Mostra as partições usadas ou livres do HD;
  • |more: lista o arquivo com pausa de linha em linha (exemplo: CAT leiame |more)
  • |lpr: imprime o arquivo listado;
  • free: mostra a memória do computador (MEM no DOS);
  • shutdown: desliga o computador:
  • shutdown -r now : reinicia o computador;
  • shutdown -h now : desliga o computador (só desligue quando aparecer escrito "system halted" ou algo equivalente); OBS.: O NOW pode ser mudado. Por exemplo: shutdown -r +10 e o sistema irá reiniciar daqui a 10 minutos).
  • Reboot: reinicia o sistema instantaneamente (pouco recomendável, preferível shutdown -r now). Use somente em emergências;
  • startx: inicia o X-Windows (interface gráfica) do Linux;
  • kde: Inicia a Interface gráfica K Desktop Enviroment;
  • mkdir: cria um diretório (MD no DOS);
  • rmdir: destrói um diretório VAZIO (RD no DOS);
  • rm: apaga um arquivo (DEL no DOS);
  • rm -r: apaga um diretório;
  • who: mostra quem está usando a máquina;
  • wc: conta a quantidade de:
  • wc -c arquivo : quantidade de bytes
  • wc -w arquivo : quantidade de palavras
  • wc -l arquivo : quantidade de linhas;
  • date: mostra data e hora;
  • telnet: inicia a TELNET;
  • m: abre o MINICOM e permite configurar o modem;
  • type: explica um determinado arquivo do sistema;
  • file: descreve um determinado arquivo;
  • find / - name ____ : procura arquivo "____";
  • useradd nome_do_novo_usuário: cria uma nova conta usuário;
  • passwd nome_do_usuário: cria ou modifica a senha do usuário;
  • userdel -r nome_do_usuário: apaga um usuário;
  • su: passa para o superusuário (perceba que no prompt irá mudar o $ pelo #);
  • sndconfig: permite configurar a placa de som;
  • TAR: arquivo para criar Backups:
  • TAR -c: cria
  • TAR -x: restaura
  • TAR -v: lista cada arquivo
  • TAR -t: lista os arquivos de backups;
  • write: escreve mensagens para outro usuário em rede;
  • mv: move arquivos;
  • linuxconf: configuração do Linux;
  • alias: possibilita a criação de comandos simples;
  • &: coloca o comando desejado em background, ou seja, trabalha enquanto você faz outra coisa no computador;
  • ps: relata os processos em execução;
  • kill: encerra um ou mais processos em andamento;
  • history: mostra os comandos que o usuário já digitou;
  • lpr: imprime um arquivo (exemplo: lpr arquivo);
  • lpq: mostra o status da fila de impressão;
  • lprm: remove trabalhos da fila de impressão;
  • mtools: permite o uso de ferramentas compatíveis com DOS. Após digitar o comando, você verá que todo comando do DOS terá um M na frente. Isso é normal.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

FTP - Instalando o ProFTPD


Instalando o ProFTPD


apt-get install proftpd

Durante a instalação será perguntado se deve correr o ProFTPD a partir do "inetd" ou "em modo solitário". Recomendo que escolha a segunda opção.

Configurando o ProFTPD

O arquivo de configuração do servidor ProFTPD se encontra no seguinte caminho:
  • Debian/Ubuntu: "/etc/proftpd/proftpd.conf"
Na configuração padrão que vem no pacote, modifique apenas as seguintes directivas:

ServerName   "ProFTPD - Servidor FTP"
ServerIdent   on "Bem-vindo ao Servidor FTP"
ServerAdmin   root@localhost
ServerType   standalone
DefaultRoot   ~
MaxClients   20
MaxClientsPerHost  4

  • ServerName: defina o nome do servidor que será mostrado quando o usuário se conectar.
  • ServerIdent: configura a mensagem que é mostrada quando um usuário vai conectar ao servidor.
  • ServerAdmin: defina o e-mail do administrador do servidor.
  • ServerType: configura o modo de funcionamento do ProFTPD.
  • DefaultRoot: especifica qual será o diretório raiz (chroot) utilizado pelo usuário que está acessando o servidor e para quais grupos isto é válido ou não.
  • MaxClients: defina o número de usuários que podem acessar o servidor.
  • MaxClientsPerHost: defina o número máximo de usuários por máquina que podem acessar o servidor.

Criando Contas de Usuário

Vamos criar uma conta de usuário que será usado e permitido apenas para conexões no Servidor FTP

root@cesar.augustus.nom.br's
# useradd -m -s /bin/false usuario # passwd usuario

Definindo no parâmetro "-s" (--shell) o "/bin/false", não irá permitir que façam outros tipos de conexões usando esse usuário, por exemplo, conexões SSH.
Ainda não terá como fazer conexões no Servidor FTP usando esse usuário criado por causa do Shell definido, terá que modificar na configuração a seguinte directiva:

RequireValidShell  off

FTP Público (Anonymous)

FTP público permite que todos possam ter acesso aos arquivos do diretório Home do usuário "ftp", podendo utilizar para compartilhar os arquivos para todos terem acessos, podendo efetuar apenas downloads, mas não uploads.

Para habitar o FTP público, edite o arquivo de configuração ProFTPD, descomente o contexto Anonymous e suas directivas, deverá ficar assim:
<­Anonymous ~ftp>
  User    ftp
  Group    nogroup
  # We want clients to be able to login with "anonymous" as well as "ftp"
  UserAlias   anonymous ftp
  # Cosmetic changes, all files belongs to ftp user
  DirFakeUser on ftp
  DirFakeGroup on ftp

  RequireValidShell  off

  # Limit the maximum number of anonymous logins
  MaxClients   10

  # We want 'welcome.msg' displayed at login, and '.message' displayed
  # in each newly chdired directory.
  DisplayLogin   welcome.msg
  DisplayChdir  .message

  # Limit WRITE everywhere in the anonymous chroot
  <­Directory *>
    <­Limit WRITE>
      DenyAll
    <­/Limit>
  <­/Directory>

  # Uncomment this if you're brave.
  # <­Directory incoming>
  #   # Umask 022 is a good standard umask to prevent new files and dirs
  #   # (second parm) from being group and world writable.
  #   Umask    022  022
  #            <­Limit READ WRITE>
  #            DenyAll
  #            <­/Limit>
  #            <­Limit STOR>
  #            AllowAll
  #            <­/Limit>
  # <­/Directory>

<­/Anonymous>


Iniciando o ProFTPD

Após ter terminado as configurações, inicie o servidor ProFTPD:
Debian/Ubuntu
root@cesar.augustus.nom.br's
# /etc/init.d/proftpd restart



Acessando o Servidor FTP

Para acessar no Servidor FTP uma conta de usuário, execute o seguinte comando:
cesar@cesar.augustus.nom.br's
$ ftp localhost Connected to localhost. 220 Bem-vindo ao Servidor FTP Name (localhost:root): usuario 331 Password required for usuario Password: senha 230 User usuario logged in Remote system type is UNIX. Using binary mode to transfer files. ftp>



Para acessar no Servidor FTP o FTP público, execute o seguinte comando:
cesar@cesar.augustus.nom.br's
$ ftp localhost Connected to localhost. 220 Bem-vindo ao Servidor FTP Name (localhost:root): ftp 331 Anonymous login ok, send your complete email address as your password. Password: [ENTER] 230 Anonymous access granted, restrictions apply. Remote system type is UNIX. Using binary mode to transfer files. ftp>
Também pode acessar o Servidor FTP usando um browser ou softwares de cliente FTP.
Pronto.
















Configuração de Repositórios

testados

#Repositorio principal, mirror brasileiro, pacotes livres e nao-livres
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main contrib non-free

#Repositorio de seguranca, mirror brasileiro, pacotes livres e nao-livres
deb http://ftp.br.debian.org/debian-security/ squeeze/updates main contrib non-$
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian-security/ squeeze/updates main contrib $

#Repositorio multimitidia, mirror brasileiro, de pacotes que, por alguma razao,$
deb http://ftp.br.debian.org/debian-multimedia squeeze main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian-multimedia squeeze main
--------------------------------------------------------------------------------




SOURCE.LIST
pico /etc/apt/sources.list
_____________________________________________________________
deb http://security.debian.org/ squeeze/updates main
deb-src http://security.debian.org/ squeeze/updates main

deb http://security.debian.org/  etch/updates main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ stable main
deb http://ftp.us.debian.org/debian stable main
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ stable main
deb http://security.debian.org stable/updates main


deb http://security.debian.org/ squeeze/updates main
deb-src http://security.debian.org/ squeeze/updates main

deb http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze main
deb-src http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze main

deb http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze-updates main
deb-src http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/ squeeze-updates main




----------------------
Pesquisa Repositórios
http://www.apt-get.org/search/

---------------
http://www.vivaolinux.com.br/etc/sources.list-fabio




-------

Referencias:
http://www.vivaolinux.com.br/etc/sources.list-10

Configuração DNS



Configuração do DNS


pico /etc/resolv.conf
------------------------------------
nameserver xxx.xxx.x.x
------------------------------------

Rede - Configurar Placa de Rede no Debian



nano /etc/network/interfaces


Configuração DHCP
--------------------------------------
       auto eth0
       iface eth0 inet dhcp
 --------------------------------------

Configuração de IP Estático
---------------------------------------
auto eth0
   iface eth0 inet static
   address 192.168.1.20
   netmask 255.255.255.0
   gateway 192.168.1.1

   dns-nameservers 192.168.1.1

---------------------------------------

# /etc/init.d/networking restart